Uma coisa é certa nesta vida além da morte. Ou você tem um amigo chato ou você mesmo é um. E não há qualquer problema nisso. Provavelmente você nunca tenha parado para pensar, mas talvez o seu melhor amigo seja um chato de primeiro nível. Claro, existem várias categorias de chato. O chato que fala só bobagem. O chato que está te cutucando quando fala, com se isso fosse lhe fazer prestar mais atenção. O chato que fala salivando. Tem também aquele colega chato, que sabe tudo e mesmo assim está na faculdade só para pegar diploma e azarar a mulherada. Entre outros. Só não podemos confundir o chato com o mentiroso. Este segundo não tem caráter e objetivo na vida. Já o chato sim, este almeja algo e tem sempre algo a lhe dizer.
Sinceramente, deveria existir o Dia Internacional dos Chatos. É sério. Poderia ser um feriado. Uma festa de proporções gigantescas, algo como o Brazilian Day em Nova York ou a passeata gay em São Paulo ou a festa dos tomates em Bunõl, na Espanha. Os chatos merecem isso. Um dia inteiramente dedicado ao ensinamento da cultura chatista, com oficinas de como ser chato, distribuição de livros e autógrafos dos mais conceituados chatos do mundo e palestras sobre a história da chatice. Poderia ser criado o Festival de Cinema de Filmes Chatos especialmente para este dia, com uma programação inteira e exclusivamente dedicada para os lançamentos mais chatos do mercado internacional. Com o cinema no meio de tudo, a globalização da chatice, bem como a expansão da cultura, ganharia um incentivo de peso.
Poderiam existir mais eventos dedicados aos chatos, além de congressos e partidos políticos. Partido da Causa Chatista, o PCC (sem trocadilhos, por favor), presidido por algum apresentador de programas televisivos dos finais de semana. Pegando a abertura da televisão, deveria ser criado um programa especial, com as matérias mais chatas realizadas pelos repórteres mais chatos. E, claro, com exibição no domingo, para aumentar a tensão da chatice.
No Brasil, outra coisa que não quer calar é a questão da falta de oportunidade nas universidades para os chatos. Existem cotas para negros e egressos do ensino público, mas não existem vagas reservadas para os chatos. Pô, pessoal, está mais do que na hora de mostrar que existe uma democracia neste país de mais 500 anos de chatices. Nem sequer um curso de graduação para que interessados na chatice possam conhecer um pouco mais esta maravilhosa arte. Nada. E não vale dizer não existe mercado para os chatos, principalmente com tantos chatos puxando sacos por aí. Na verdade, existe quase uma religião. Pois ser chato é uma dádiva vinda de algo ainda não compreendido pelo homem.
Então, se você se considera um chato, ou melhor, se seus amigos te consideram um chato, afinal, chato não sabe que é chato assim como louco não sabe que é louco, sinta-se homenageado. Esta é a homenagem aos chatos. A você e seus amigos. Chatos, regozijem-se e unifiquem-se.
Sinceramente, deveria existir o Dia Internacional dos Chatos. É sério. Poderia ser um feriado. Uma festa de proporções gigantescas, algo como o Brazilian Day em Nova York ou a passeata gay em São Paulo ou a festa dos tomates em Bunõl, na Espanha. Os chatos merecem isso. Um dia inteiramente dedicado ao ensinamento da cultura chatista, com oficinas de como ser chato, distribuição de livros e autógrafos dos mais conceituados chatos do mundo e palestras sobre a história da chatice. Poderia ser criado o Festival de Cinema de Filmes Chatos especialmente para este dia, com uma programação inteira e exclusivamente dedicada para os lançamentos mais chatos do mercado internacional. Com o cinema no meio de tudo, a globalização da chatice, bem como a expansão da cultura, ganharia um incentivo de peso.
Poderiam existir mais eventos dedicados aos chatos, além de congressos e partidos políticos. Partido da Causa Chatista, o PCC (sem trocadilhos, por favor), presidido por algum apresentador de programas televisivos dos finais de semana. Pegando a abertura da televisão, deveria ser criado um programa especial, com as matérias mais chatas realizadas pelos repórteres mais chatos. E, claro, com exibição no domingo, para aumentar a tensão da chatice.
No Brasil, outra coisa que não quer calar é a questão da falta de oportunidade nas universidades para os chatos. Existem cotas para negros e egressos do ensino público, mas não existem vagas reservadas para os chatos. Pô, pessoal, está mais do que na hora de mostrar que existe uma democracia neste país de mais 500 anos de chatices. Nem sequer um curso de graduação para que interessados na chatice possam conhecer um pouco mais esta maravilhosa arte. Nada. E não vale dizer não existe mercado para os chatos, principalmente com tantos chatos puxando sacos por aí. Na verdade, existe quase uma religião. Pois ser chato é uma dádiva vinda de algo ainda não compreendido pelo homem.
Então, se você se considera um chato, ou melhor, se seus amigos te consideram um chato, afinal, chato não sabe que é chato assim como louco não sabe que é louco, sinta-se homenageado. Esta é a homenagem aos chatos. A você e seus amigos. Chatos, regozijem-se e unifiquem-se.




